editada

  • rss
  • archive
  • “E sabe quando tudo se reverte, e você começa a sentir que tudo é indiferente? Pois é, é como eu tenho estado ultimamente. Indiferente. Pessoas passam por mim, perguntam o meu estado, e eu apenas respondo o óbvio, o que eu pareço estar. Pareço estar bem, porém mais fria, na minha. Percebi que é o certo a se fazer. Trancar o coração para que a saudade não volte a atormentar, assim como ela costumava fazer toda vez em que batia à minha porta. Sim, eu estou melhor desse jeito. Já não sei se vai ser o melhor pra você, porque, como pode ver, eu estou me colocando em primeiro lugar agora, me amando mais, me valorizando do jeito que mereço. Nem tudo acontece como a gente quer. Os sorrisos nem sempre demonstram felicidade, e na maioria das vezes realmente é preciso perder pra dar valor ao que se tinha. E eu te tinha, eu tinha o amor, a felicidade, a alegria, eu tinha você aqui comigo, eu tinha os amigos, mas acima de tudo era você quem sempre me protegia, me cuidava, me desejava e me amava. As pessoas cansam, eu sei bem agora como é isso. Cansei de correr atrás. Mas olha, as canções se encaixam agora.
    Ainda hoje, me peguei lendo meus escritos antigos. Tola apaixonada, sim. Não que eu tenha deixado de te amar, não, isso não. Continua com a mesma intensidade, eu apenas aprendi a deixar de ser daquele meu jeito, possessiva, ciumenta. Aprendi a controlar. Cresci. E espero que você se acostume com tudo isso.
    Assim como eu me acostumei com a sua constante falta. De presença, de atenção.. De compreensão sobre o quanto eu sinto a tua falta. O amor por você? Continua aqui. Intacto. Mas agora, já não tão sozinho. Como companhia, outro tipo de amor: próprio.”
    — Monik Amato e Beatriz Chiari (via remitida)

    (via vodkalisada)

    Source: vodkalisada
    • 1 month ago
    • 130 notes
© 2013 editada